sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

SCANNER DA ANTIGUIDADE...

O Saudosismo dos bons tempos!!!
Alguém lembra ou sabe como se fazia há 35 anos, ali, bem pertinho mesmo, para se copiar e arquivar no cartório uma certidão de nascimento, casamento, óbito, uma procuração, uma escritura pública, etc...?
Rapidamente me sinto com vontade e totalmente capaz de poder dizer a quem não teve o prazer de viver esta linda época.
Primeiro, que nesta época só existiam máquinas de datilografia e os famosos cursos das tais.
Máquina de datilografia elétrica, nossa, era uma coisa do outro mundo, algo moderno demais. As Olivetti Línea 98 vieram alguns anos após e eram uma coqueluxe, um charme.
Tudo era feito datilografado por datilógrafos extremamente hábeis(humildemente incluo-me), em duas vias, com carbono copiativo(aquele roxo), sem chance de erro, já que se erra-se, jogava-se fora e começavam tudo de novo.
Após as devidas assinaturas, pegava-se a via copiada, toda roxinha, e esta tinha que ser transferida para um livro arquivo.A transferência era feita com uma manta de gelatina aonde aplicávamos a cópia roxa, passávamos um rolo para fixar a cópia na gelatina, retirávamos e, após, pegávamos o livro com a página em branco(tinha que seguir a sequência), colocáva-mos a página em branco, passávamos o rolo novamente para buscar os dados que estavam na gelatina e assim, perpetuarem no livro arquivo.
Viram, fácil, simples!!
Acham que hoje dá para se reclamar de algo?
Hoje existem computadores, com simples campos a serem preenchidos, corrigidos, apagados, redigitados, etc..., existe o scanner...

Um comentário:

  1. Você deve pensar, Willians, que eu não sei do que está falando... Eu também fiz curso de datilografia. Mas, cara, como eu era lerdo... Hoje, ainda, não sou um exímio dedador das teclas... Abraços, meu amigo. Não pára nunca com seu blog, mesmo diante dos momentos mais preguiçosos ou mais tristes e desanimadores...

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